Movimiento Mundial por los Bosques Tropicales

Brazil – WRM information sheet on GE tree research

Solo disponible en portugés o inglés

WRM information sheets on GE tree research

Primeira publicação: 2008

Última atualização: Agosto de 2014

Espécies de árvores manipuladas:

  • eucalipto

Objetivo da manipulação genética (1,2)

  • Crescimento mais rápido;
  • influenciar a qualidade da madeira, como redução e modificação da lignina para aumentar a eficiência no processo de produção de celulose, bem como alteração do teor de celulose;
  • tolerância a herbicida (glifosato);
  • proteção do rendimento através de oferecer Resistencia a pragas e doenças;
  • mais tolerância a estresse hídrico;
  • apoio ao desenvolvimento de biocombustiveis da segunda geração.

Os que pesquisam (1,2,3)

  • International Paper do Brasil Ltda. (em colaboração com ArborGen )
  • Futuragene (propriedade da Suzano Papel e Celulose) em colaboração com EMBRAPA
  • Alellyx Applied Genomics
  • ArborGen
  • Universidade Federal de Viçosa
  • Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)
  • Universidade Federal e Católica de Rio Grande do Sul (UFRGS and PUCRS)
  • Monsanto (Allelyx)
  • Stora Enso
  • Fibria (Aracruz/VCP)
  • ALAC
  • VitaTec

Os que apoiam a pesquisa:

  • Projeto “Genolyptos” (Rede Brasileira de Pesquisa do Genoma do Eucalipto) financiado por um consórcio de empresas de papel e celulose incluindo Aracruz Celulose (atualmente Fibria), Celmar Indústrias de Celulose e Papel, Bahia Sul Celulose (atualmente Suzano), International Papel do Brasil, Jarcel Celulose, Celulose Nipo-Brasileira, Klabin/Riocell, Veracel Celulose, Lwarcel Celulose e Papel, Rigesa Celulose, Papel e Embalagens, Votorantim Celulose e Papel e Zanini Florestal, entre outras.
  • Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), cujos associados incluem–entre muitas outras- Arborgen, Suzano, BASF, Bayercropsciences, Cargill, Dow Agrosciences, DuPont, Monsanto, Nestlé, Syngenta Seeds (4)
  • IPEF – Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais em Piracecaba (SP) lidera um projeto de pesquisa para pesquisar possível fuga de genes em ecossistemas naturais (5)

Quadro regulamentar para a pesquisa e testes de campo:

  • A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), criado em função da Lei 11.105/2005 sobre biossegurança, é o órgão responsável pelas liberações de organismos transgênicos, tanto para pesquisa como para uso comercial. Em junho de 2007 a Comissão aprovou – um comunicado determinando os padrões para a liberação planejada no meio ambiente de testes com árvores de eucalipto transgênicas no país Entre outros pontos, os padrões estabelecem que a empresa deve monitorar o surgimento de plantas espontâneas num raio de 100 m no entorno do experimento, garantir pelo menos 1 km de distância em relação a pomares abertos de sementes ou árvores de eucalipto sexualmente compatíveis e garantir a distância mínima de 3 km em relação a apiários. As empresas ficaram insatisfeitas com as regras e estão pressionando a CTNBio para flexibilizá-las.

Testes de campo:

  • Localizados em São Simão (SP), Mogi Guaçú (SP), Itararé (SP), Itatinga (SP), Brotas (SP), Angatuba (SP), Santa Cruz das Palmeiras (SP), Coimbra (MG), Borebi (SP), Altinópolis (SP), Luiz Antônio (SP), Eldorado do Sul (RS), Avaí (SP), Guararema (SP), Taquarivaí (SP), Paranapanema (SP), Aracruz (ES) e Três Lagoas (MS)
  • Fibria afirmou que em 2013 tinha 92 hectares de testes de campo de eucalipto transgênico em 11 localidades diferentes em Taquarivaí (SP), Aracruz (ES) e Três Lagoas (MS); Suzano tem realizado dois testes de campo no estado de São Paulo, e também três no Nordeste (nos estados da Bahia, Piauí e Maranhão) (5)
  • Obs.: FuturaGene, uma empresa de biotecnologia fundada no Israel e comprada pela Suzano Papel e Celulose em 2010, pediu em maio 2014, depois de 8 anos de experimentos de campo, a licença do Conselho Nacional Técnica de (CNTBio) para plantar eucalipto transgênico em escala comercial, tanto para sua própria plantação, bem como para usar em plantações terceirizadas de agricultores. Este é o primeiro pedido para plantar em escala comercial eucalipto transgênico no Brasil e na América Latina. (8)

Organizações que se opõem a árvores transgênicas:

  1. MST – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra
  2. Campanha Permanente Contra os Agrotoxicos e pela vida
  3. Via Campesina – Brasil
  4. O Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social
  5. Fundação Padre José Koopmans – FUNPAJ
  6. Sindicato dos Bancários do Extremo Sul da Bahia
  7. Movimento de Luta pela Terra (MLT)
  8. Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA)
  9. RECOMA – Rede Latinoamericana contra os monocultivos de árvores
  10. Terra de Direitos – Brasil
  11. Cepedes – Centro de Estudos e Pesquisas para o desenvolvimento do Extremo Sul Bahia
  12. Comissão Indigenista Missionário (CIMI)
  13. Rede Ambiental do Piauí-REAPI, Brasil
  14. CEAS – Centro de Estudos e Ação Social  – Salvador – Bahia
  15. Fórum de Entidades e Movimentos Sociais do Sudoeste da Bahia
  16. Amigos de la Tierra – Paraguay
  17. Justiça nos Trilhos – Brasil
  18. ETC Group, internacional – Silvia Ribeiro
  19. Fórum de Entidades e Movimentos Sociais do Sudoeste da Bahia
  20. Acção Académica para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais-ADECRU, Moçambique
  21. União Nacional de Camponeses – UNAC membro da La Via Campesina Africa
  22. Red de Coordinación en Biodiversidad, Costa Rica
  23. Coecoceiba, Costa Rica
  24. Red por una América Latina Libre de Transgénicos
  25. Otros Mundos AC/Chiapas, México
  26. Acción Ecologica, Ecuador
  27. Savia – Guatemala
  28. Amigos de la Tierra – Argentina.
  29. Amigos de La Tierra – Uruguay
  30. Colectivo de Comunicación Mapuche Mapuexpress
  31. PACS – Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul
  32. Instituto de Investigacion y Capacitacion Agraria – Jorge Ernesto Llosa Montagne – Pozuzo IINCAGRO – POZUZO, Peru
  33. Instituto Socioambiental e Educacional de Carrancas – MG Leandro José de Oliveira, Engenheiro Florestal,
  34. Movimiento de Chacreros del Ejido de Mercedes, Pablo Martinez Bravo Uruguay
  35. Instituto de Permacultura da Bahia – Catarina S. Camargo
  36. Movimento Roessler para Defesa ambiental
  37. Grupo NSAE – Maurício Takeshi Uehara
  38. CEMEAR – Centro de Motivações Ecológicas e Alternativas Rurais, Pres. Getúlio / SC – Alexandre Tkotz,
  39. Ecologistas en Acción – Espanha
  40. Marea Azul AC – Marco A. Rodriguez Badillo – México.
  41. Centro de Estudos Ambientais – Cíntia Barenho – Brasil
  42. Ong Caatinga – Celma Gomes de Lemos – Brasil
  43. Articulação Nacional de Agroecologia- ANA – Brasil
  44. Grupo Contestatores – Teatro de Rua
  45. Cooperativa Cooperar (MST) – David Luiz M. Wigg – Brasil
  46. Association  Franco Uruguayenne – Luis A Franco, , France
  47. PACS – Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul, Rio de Janeiro MARCOS PENNA SATTAMINI DE ARRUDA,
  48. ONG BIOS – Rocío Damiano, , Argentina
  49. Red de Custodios de Semillas en Risaralda y Red de Familias Quindianas Custodias de Semillas Libres, Juan Sebastián Barrera Montealegre –
  50. Grupo Guayubira – Uruguay
  51. Aliança RECOs – Redes de Cooperação Comunitária Sem Fronteiras
  52. Movimento Mulheres pela P@Z!
  53. ONG GNOSE AMOR MAIOR – JOSÉ DIAS DA FONSECA,
  54. Grupo Paso a Paso (integrado a Red de Agroecología del Uruguay, María del Pilar Morales Bartaburu – Uruguay
  55. JUNTA DE ACCIÓN COMUNAL DEL BARRIO LAURELES, DE LA CIUDAD DE IBAGUÉ – RODRIGO LÓPEZ OVIEDO, , Colombia
  56. FERNANDO AVAREZ RAMÍREZ, RED ESCUELAS CAMPESINAS DE AGROECOLOGÍA Y CUSTODIOS DE SEMILLAS, COLOMBIA.
  57. Movimento Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho – Cesar Cardia,
  58. Comunidad Ecuménica Martin Luther King
  59. Movimiento Generación 80 (G80)
  60. LIBERTARIO GONZÁLEZ, Organización: Asamblea Popular Plaza el Ombú, Argentina
  61. Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas CAA – Brasil
  62. Movimento Geraizeiro: guardião do Cerrado MG – Brasil
  63. Articulação Rosalino de Povos e Comunidades Tradicionais do Norte de Minas – Brasil
  64. Angel A. Cruz Diloné
  65. Alberto Pastor Escobar, Director del Plantel, Paragua
  66. Asociación de Productores Orgánicos de la Zona Norte (Asoprozonn) Javier Baltodano Aragón , Upala  – Costa Rica
  67. Colectivo VientoSur – Chile
  68. ASSOCIATION POUCE VERTE – LE PRE ST. (93310)HILARY SANDISON – FRANCIA
  69. Assessoria Técnica Popular Dignitatis – Brasil
  70. Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH/UFPB) – Projeto Ymyrapytã : Povos, Comunidades Tradicionais e Meio Ambiente
  71. Igor SH de Carvalho, Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas, Brasil
  72. Coletivo Tartaruga – Diego Menezes – Brasil
  73. ECO SITIO, Argentina
  74. BIOS ARGENTINA, Argentina
  75. Silvana Buján, Argentina
  76. RENACE – Red Nacional de Acción Ecologista de la Argentina renace.net
  77. Universidad de Granada, Consejería de Educación de la Junta de Andalucía
  78. Agrupacion de Mujeres Mapuche XANALAWEN – Jeannette Paulina Canio Ñanculeo, Presidenta: Chile
  79. Associação de Mulheres Rurais Nova Galiléia – Colider/MT Norma Apª de Oliveira,
  80. APROMAC – Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte / Brasil
  81. AMAR – Associação de Defesa do Meio Ambiente de Araucária / Brasil
  82. TOXISPHERA – Associação de Saúde Ambiental / Brasil
  83. Observatorio Latinoamericano de Conflictos Ambientales, Chile
  84. María Isabel Cárcamo, RAPAL Uruguay
  85. Red de Coordinación en Biodiversidad, Carlos Eduardo López Quirós – Costa Rica
  86. Fórum de Juventude Negra – PE – Brasil
  87. Movimento Negro Unificado – PE – Brasil
  88. Central de Movimentos Populares – PE – Brasil
  89. Sociedade das Jovens Negras Feminista – PE – Brasil
  90. Caminhada de Terreiro de Pernambuco – PE – Brasil
  91. Movimento de Luta e Resistência Popular – PE – Brasil
  92. Rede Jovem Nordeste – PE – Brasil
  93. Rede Brasileira de Justiça Ambiental – Brasil
  94. Rede Alerta contra o Deserto Verde – Brasil
  95. Observatório dos Conflitos do Extremo Sul do Brasil – RS
  96. Relações Raciais, Desigualdades Sociais e Educação da UNIGRANRIO – Brasil
  97. Articulação Popular São Francisco Vivo (MG / BA / PE / Al / SE)
  98. Associação Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara – AHOMAR –RJ
  99. Sindicato dos Pescadores Profissionais e Pescadores Artesanais do Estado do Rio de Janeiro – SINDPESCA-RJ
  100. Comissão Pastoral da Terra – CPT Nacional
  101. GEDMMA (Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente), vinculado à Universidade Federal do Maranhão – MA
  102. Núcleo TRAMAS – Trabalho, Meio Ambiente e Saúde Faculdade de Medicina – Universidade Federal do Ceará
  103. Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul – Brasil44.  GRUPO DE ESTUDIOS AMBIENTALES (GEA AC), Mexico

 

Fontes:

 

  1. http://theforestsdialogue.org/sites/default/files/tfds_gmt_questionnaire_with_company_responses_1.pdf
  2.  http://www.ctnbio.gov.br
  3. http://www.dialogoflorestal.org.br/noticias/171/dialogo-florestal-vai-continuar-e-deve-se-aproximar-de-outros-setores
  4. http://www.cib.org.br/associado.php
  5. http://theforestsdialogue.org/sites/default/files/tfds_gmt_questionnaire_with_company_responses_1.pdf
  6. http://www.wrm.org.uy/oldsite/bulletin/126/Brazil_Chile.html
  7.  CTNBio. Comunicado 02, de 12 de jlho de 2007 – disponível em http://www.ctnbio.gov.br/index.php/content/view/4605.html
  8. http://www.futuragene.com/H421-dossie-submissao-website-Maio%202014-FINAL.pdf