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Na véspera do Dia Internacional de Luta contra as Monoculturas de Árvores, convidamos você a participar do webinar “Plantações de Árvores, Mercados de Carbono e Resistências”. Será na sexta-feira, 20 de setembro. Haverá traduções para português, francês, inglês e espanhol.
No mês do Dia Internacional das Mulheres, o WRM relança o podcast "A luta das mulheres pela terra", com histórias de coletivos de mulheres da costa de Chiapas, no México; da Chefia de Malen, em Serra Leoa; e da área do rio Kapuas, em Kalimantan Central, na Indonésia. Embora suas histórias pareçam bem diferentes à primeira vista, encontramos muitos pontos em comum e uma forte conexão entre elas.
O WRM se solidariza com a luta das mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Brasil que, neste dia 13 de março, realizam várias ações no país pela reforma agrária e contra as múltiplas violências contra as mulheres, sob o lema “Agronegócio é violência e crime ambiental. A luta das mulheres é contra o capital”. Uma das ações acontece no estado do Espírito Santo, onde 1000 mulheres ocuparam uma área da empresa Suzano.
Convidamos você a participar esta segunda-feira, 24 de fevereiro, do lançamento virtual para a América Latina deste documentário sobre a resistência de comunidades indígenas e tradicionais ao avanço do REDD e de outros projetos do mercado de carbono sobre suas florestas e territórios.
No alto Rio Acará, no Pará, na Amazônia brasileira, os indígenas Turiwara estão defendendo seu território contra a empresa de monocultura de dendê Agropalma, que invadiu as terras. Os Turiwara temem por suas vidas devido à presença de guardas da empresa e outras pessoas fortemente armadas, amedrontando eles.
No dia 21 de setembro, Dia Internacional de Luta Contra as Monoculturas de Árvores, organizações, redes e movimentos celebram a resistência contra as plantações industriais de árvores.
Pedimos que responda a este breve questionário. Não deve tomar mais do que 10 minutos do seu tempo.
São famílias da Comunidade de Virgílio Serrão Sacramento no município de Moju (estado do Pará, Brasil) que coletivamente somam forças desde o final de 2015 quando reocuparam o território conhecido pela ação dos grileiros, no qual já fizeram várias vítimas. Desde então, o Acampamento ocupa sua terra com moradias, plantações, produção e fornecimento de alimentos.
Uma vez mais o povo Ka’apor através de sua organização ancestral TUXA TA PAME demonstrou sua força, nos dias 12, 13 e 14 de maio. Eles denunciam as atrocidades que os povos originários, comunidades tradicionais quilombolas e camponeses sofrem pelas mãos do latifúndio, de madeireiros, da mineração, do garimpo, do especuladores de crédito de carbono e do agronegócio.
The president of the Tshopo provincial assembly supports the call of international NGOs demanding to pause a mediation process between the oil palm company PHC and communities affected by its oil palm plantations. Since 2018, the mediation has not addressed the communities’ demand for investigation of the (il)legality of the concessions at the basis of the companies palm oil business but has led to increased the violence and put community rights at the plantation sites in Lokutu and Boteka, in neighbouring Equateur province, at risk.
(Apenas em inglês) On 1 April 2024, eight representatives chosen by communities from Lokutu, in the Tshopo province of the DR Congo, to represent them in the mediation process with the oil palm company PHC presented a letter rejecting the outcome presented by the mediation.
Em uma carta às autoridades nacionais, 115 organizações de 39 países exigiram o fim dos abusos e da violência exercidos pela empresa de óleo de dendê Industria Chiquibul sobre as comunidades indígenas e camponesas. Além disso, reivindicaram a suspensão do processo de certificação da RSPO, que denunciam como lavagem verde de uma indústria destrutiva.