No Norte de Moçambique, em várias províncias, empresas plantadoras de pinus e eucalipto avançam sobre terras que pertencem a comunidades de famílias camponesas. Trata-se de um processo relativamente recente, incentivado pelo governo moçambicano que vê nas plantações de monoculturas de árvores um instrumento de fomentar o desenvolvimento e o progresso, sobretudo nas regiões mais distantes como a Província de Niassa.
Outra informação
As florestas não são as únicas paisagens que estão sendo invadidas pelas plantações de árvores. As biologicamente diversas pradarias nativas da África do Sul estão sendo rapidamente substituídas por monoculturas que requerem muita água, incluindo o eucalipto e o pinus tropical – árvores usadas para exportações de pasta de papel.
Em todos os cantos do mundo onde são instaladas monoculturas de árvores em grande escala, a implantação é precedida de um conjunto de promessas que servem para enganar a população local. Poucos anos depois de serem estabelecidas começa a ser constatado que as promessas não se cumprem e que a situação inclusive piora. Mas já é tarde demais. As empresas tomaram posse do território e implantaram suas plantações.
A denominação “florestas plantadas” é um termo cunhado pela FAO com o objetivo de equiparar as culturas florestais às florestas que gradativamente tem ido se espalhando e assimilando por inúmeros organismos internacionais e nacionais, fato que foi aproveitado pelas multinacionais do setor florestal para incidir nessa equiparação, tal como ficou demonstrado no último Congresso Florestal Mundial celebrado no mês de outubro de 2009 na Argentina.
La Convención de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático en Copenhague se presenta al mundo como si realmente estuviera confrontando la grave crisis mundial del cambio climático, con miles de delegados gubernamentales y hasta un centenar de presidentes y jefes de estado participando en la reunión.
Disponível apenas em inglês.
Por Global Justice Ecology Project
Disponível apenas em inglês.
By Rebecca Sommer
At the Climate Change Conference in Copenhagen, Indigenous participants are increasingly concerned about REDD.
REDD stands for “Reducing Emissions from Deforestation and Degradation”. The idea, as agreed by United Nations climate negotiators in Bali in 2007, is that because preserving forests is good for the climate, governments, companies or forest owners in the South should be rewarded for keeping them standing instead of cutting them down.
De acuerdo con Wikipedia, “un circo es un espectáculo artístico, normalmente itinerante, que incluye a acróbatas, payasos, magos, adiestradores de animales y otros artistas”.
Un equipo de biólogos y meteorólogos de la NASA planteó una alternativa muy “práctica” para dejar de utilizar combustibles fósiles. Su plan es plantar enormes áreas con árboles de crecimiento rápido – por ejemplo, eucaliptos – en los desiertos del Sahara y del interior de Australia. ¿Que falta agua? ¡No hay problema! Los árboles serán regados con agua de mar tratada en una serie de plantas costeras de desalinización y canalizadas a través de una vasta red de irrigación. Facilísimo.
Algunos malabaristas del circo climático están lanzando al aire el carbón para nuevamente atraparlo, pero ahora con un nombre atractivo. La propuesta de transformar residuos en carbón vegetal y enterrar miles de millones de toneladas en el suelo cada año convierte al carbón en “biochar”.
Aquí llegan los acróbatas. El comité de expertos del Centro de Consenso de Copenhague está trabajando duro para sopesar soluciones verdaderamente reales para alterar el clima alterado. Veamos.
Solo disponible en inglés -
Edited by Richard Jonasse, PhD.
Institute for Food and Development Policy, 2009
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