Outra informação

A África Ocidental costumava ser o centro da indústria do dendezeiro. A exportação de palmitos começou em 1832 e em 1911 a África Ocidental “britânica” exportava 157.000 toneladas, sendo cerca de 75 por cento proveniente da Nigéria. Na década de 1870, os administradores britânicos levaram a planta à Malásia e em 1934 este país ultrapassou a Nigéria como o maior exportador do produto. Em 1966, a Malásia e a Indonésia tinham ultrapassado a produção total de óleo de dendê da África.
À medida que avançam as políticas desenvolvimentistas e neo extrativistas dos governos da região, avança a destruição da natureza e o etnocídio genocida dos povos originários que a habitam. A encruzilhada é mais premente do que nunca: ou a penetração capitalista é detida ou os povos indígenas e as florestas desaparecerão.
Nas Filipinas, a mineração, junto com a atividade madeireira, tem estado entre as forças que causaram a perda de cobertura de florestas do país: de 17 milhões de hectares em 1934 para apenas três milhões em 2003, ou uma diminuição de 82 por cento. Enquanto aproximadamente sessenta por cento da área de terras do país estava coberto com florestas há setenta anos, agora essa percentagem é de menos de dez por cento.
Disponível apenas em inglês ou espanhol. NO REDD - Una lectura crítica. se trata de una colección de artículos escritos por REDD Monitor, Global Justice Ecology Project, Censat Agua Viva, Amazon Watch, Acción Ecológica, OFRANEH, Movimiento Mundial por los Bosques Tropicales, COECOCEIBA-AT, Carbon Trade Watch, Marea Creciente, Grupo ETC y la Red Indígena Ambientalista. Descargar publicación completa aquí
Disponível apenas em inglês.  By Chris Lang
Que tipo de desenvolvimento é este? Se o governo se importa com o desenvolvimento, deveria levar a população junto para que nós possamos possuir o desenvolvimento e o que sair dele. Mas, neste tipo de desenvolvimento, as populações perdem tudo. (Depoimento durante uma discussão com moradores locais afetados pela concessão à Pheapimex no distrito de Krakor em Pursat, Camboja. Março de 2010)
Disponível apenas em inglês.  Por Chris Lang - If you’re looking for a list of what’s wrong with REDD, then look no further. The Climate Justice Research Project at Dartmouth College has just produced this top 10 list (fully referenced version below):   1. Calculation of offsets is highly sensitive to choice of baseline methods and data availability, raising the potential for fraudulent “hot air” resulting from corruption
A proposta equatoriana de deixar intocada para sempre uma quantidade de petróleo estimada em 850 milhões de barris na região de alta biodiversidade do bloco conhecido como ITT, dentro da floresta do Parque Yasuní (vide boletim Nº 157 do WRM), marcou uma mudança de rumo para a direção certa na estratégia de proteção da diversidade biológica.
In defiance against Burma’s ruling military junta, farmers in the northern state of Kachin are fighting against a plantation company from destroying their lands and livelihoods. The farmers accuse the Yuzana Company of large-scale destruction of forest in the Hugawng Valley, an area that also happens to comprise the world’s largest tiger reserve. The Yuzana Company conglomerate, whose chief Htay Myint is said to be close to the Burmese military rulers, was given the license to operate plantations in the Hukawng Valley in 2007.
Sólo disponible en inglés. With a population of some 150 million people, the Nigerian economy has been relying for more than 50 years on oil extraction by foreign large corporations - with Shell at the top - in the Niger Delta remote region of mangrove creeks.
Sólo disponible en inglés. “The forest dependent people of India are raising their voice strongly against the loot of natural resources in the name of delivering development, saving the environment and combating climate change. They are bringing forth the issues of people’s political economy of protection of natural resources and protection of livelihood vis-à-vis the elite and capitalist interests on the natural resources.