Nota de prensa - Día Internacional de Lucha contra los Monocultivos de Árboles
Outra informação
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El 21 de septiembre, Día Internacional contra los Monocultivos de Árboles, organizaciones, redes y movimientos de todo el mundo celebraron la campaña anual de resistencia que sigue creciendo año a año exigiendo el cese de la expansión de las plantaciones industriales de árboles, que amenazan la soberanía de nuestros pueblos.
A continuación presentamos algunas de las actividades que el WRM pudo registrar.
Internacionales
Os povos indígenas (higaonons) e camponeses de Misamis Oriental, sul da Filipinas, estão lutando atualmente contra a concentração de terras causada pelas plantações industriais monocultoras de árvores, promovidas pela A Brown Company, Inc (ABCI). Desde o início das operações da plantação, os higaonons e outros moradores locais sofreram graves violações de direitos humanos, como expulsões, prisões ilegais, ataques aéreos e assédio.
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Declaración de la Red contra los monocultivos de árboles en América Latina
O Grupo Oji Paper tem uma fábrica de papel em Nantong, no Leste da China. A empresa tinha planos de construir uma tubulação para descarte de águas residuais conectada a sua fábrica. Contudo, em julho, milhares de residentes na cidade litorânea de Qidong, próxima a Nantong, foram às ruas protestar, em meio a preocupações crescentes com a poluição que o projeto causaria. Elas temiam que as águas residuais contendo poluentes e substâncias tóxicas pudessem ser jogadas no mar, poluindo a área e matando os peixes da região.
Animação curta sobre a tomada da natureza pelos mercados financeiros e as alternativas reais que vêm da sociedade civil. Uma iniciativa de SOMO, European Attac Network, Food&Water Europe, Friends of Earth, Amis de la Terre, Carbon Trade Watch, WEED, Ecologistas en Acción, Aitec e Campagna per la Riforma della BancaMondiale.
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“Norway’s investments in rainforest protection and rainforest destruction”, publicado hoje pela Rainforest Foundation Noruega e Norges Naturvernforbund (Amigos da Terra Noruega), documenta como a incoerência política do governo norueguês, que gasta 500 milhões de dólares por ano e um enorme capital político na proteção de florestas ao mesmo tempo em que investe cerca de 13,7 bilhões de dólares em indústrias que as destroem.
A ATM (Aliança Contra a Mineração), a maior rede antimineração das Filipinas, divulgou uma nota à imprensa informando que o presidente Aquino assinou recentemente uma Ordem Executiva sobre mineração. A Ordem trata da definição de salvaguardas ambientais e a necessidade de um novo sistema de compartilhamento de receitas, para maximizar o lucro do país com a atividade. Não se mencionaram outras preocupações das comunidades, não apenas em Palawan, mas também em outras áreas afetadas pela mineração, como impactos sociais e violações aos direitos humanos.
Seis cooperativas do povo Garífuna que recuperaram suas terras vivem, neste momento, o assédio de paramilitares que se mobilizam em motocicletas e veículos 4x4, com armamento de guerra, e poderiam massacrar essa comunidade local que resiste à expropriação de seus territórios ancestrais, cujos títulos de propriedade estão em seu nome.
A Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) decidiu em favor da comunidade indígena sarayaku, da Amazônia equatoriana, na ação do Povo Sarayaku contra o Estado do Equador. A sentença, divulgada em 25 de julho passado, põe fim a uma batalha judicial travada há dez anos pelo povo indígena depois de se permitir a uma empresa petrolífera invadir suas terras tradicionais no início da década de 2000 sem consultá-lo.
“Palawan: Nossa luta pela Natureza e Cultura - Our struggle for Nature and Culture”, documentário em vídeo lançado no último dia 27 de julho pela ALDAW, mostra os valores culturais de Palawan e a invasão de domínios ancestrais por operações de mineração.