Por Winfridus Overbeek
A mata ou floresta atlântica no Brasil é um dos biomas mais ricos em biodiversidade do planeta. Ela costumava cobrir a maior parte da região litorânea do país. Mais do que a floresta Amazônica, a mata atlântica sofreu um processo brutal de destruição, por estar localizada nas regiões onde, a partir de 1500, o processo de colonização e exploração da terra não só iniciou-se, mas consolidou-se mais. Hoje, com apenas 7% da área original, a mata atlântica é o bioma mais ameaçado do país.
Outra informação
São Tomé e Príncipe é um dos países da costa oeste africana que se destaca quando o assunto é biodiversidade. Por esta razão, desde o final do século XIX, esses “belas ilhas equatoriais” têm atraído grande interesse de pesquisadores internacionais. Suas florestas foram classificadas como uma das 200 áreas mais importantes do mundo em termos de biodiversidade, e são o habitat de cerca de 25 espécies de aves endêmicas.
Barbara Zimmerman, do International Conservation Fund for Canada e Cyril Kormos, vice-presidente para políticas da Fundação WILD, são os autores de um novo estudo publicado na revista Bioscience , que afirma que a ecologia de madeiras tropicais torna não só impraticável, mas completamente não lucrativa, a retirada de madeira com chamadas práticas realmente sustentáveis.
Nas duas últimas décadas, a região da América Latina e Caribe perdeu 9% da sua cobertura florestal, sobretudo em função da exploração madeireira, expansão do agronegócio, grandes projetos de infraestrutura como estradas, hidrelétricas, mineração, extração de petróleo, urbanização, além dos incêndios florestais e da conversão de florestas decorrentes, em sua maior parte, das causas citadas.
A IUCN aprovou uma moção sobre sítios naturais sagrados: “Apoio a protocolos de custódia e leis consuetudinárias diante de ameaças e desafios globais”.
Disponível apenas em inglês ou espanhol.
Por Elder Andrade de Paula
En la víspera de otra conferencia mundial sobre la problemática ambiental, “Rio +20”, que hace énfasis en la crisis climática, nos encontramos con grandiosos esfuerzos del centro de poder mundial para promover un debate sin debates. La desgastada receta del “desarrollo sustentable”, ahora reciclada con el nombre “economía verde”, se plantea como única alternativa para “salvar al planeta”.
Está disponível na internet um documentário, lançado na Bélgica em 2011 e realizado pelos jornalistas An-Katrien Lecluyse e Leopold Broers, que faz uma denúncia abrangente da certificação pelo FSC de uma das principais empresas de eucalipto e celulose do Brasil, a Veracel Celulose, propriedade da Fibria e da transnacional Sueco-Finlandesa Stora Enso.
Em 21 de setembro, Dia Internacional de Luta contra as Plantações Monocultoras de Árvores, organizações, redes e movimentos em todo o mundo celebraram a campanha anual de resistência que continua a crescer a cada ano, exigindo o fim da expansão das plantações monocultoras de árvores, que ameaçam a soberania de nossos povos.
A seguir, algumas atividades que o WRM registrou.
Internacionais
Sementes de Liberdade conta a história de sementes desde suas raízes no coração de sistemas agricolas tradicionais, ricos em diversidade em todo o mundo, ate a sua transformação em um materia prima poderosa, usada para monopolizar o sistema alimentar global.
O filme destaca a forma como o sistema de agricultura industrial e sementes geneticamente modificadas, em particular tem tido um impacto na enorme agro-biodiversidade evoluida por agricultores e comunidades em todo o mundo, desde o início da agricultura.
Nos dias 15 e 16 de setembro, representantes de redes de comunidades do nordeste da Tailândia se reuniram em Bangkok para protestar contra a usina hidrelétrica de Xayaburi, cuja construção ocorre no Rio Mekong, no território do Laos, e que está em ritmo avançado.
A comunidade tradicional geraizeira do Assentamento Vale do Guará, município de Rio Pardo de Minas no Norte do estado de Minas Gerais denuncia que um avião pulverizador de agrotóxicos que passou aplicando veneno numa grande plantação de eucalipto atingiu a comunidade, intoxicando 30 pessoas entre crianças, jovens e adultos. Sofreram de náuseas, febre, vômitos e coceiras na pele. A aplicação por avião é cada vez mais comum no Brasil, o país no mundo que mais usa agrotóxicos.
A comunidade tradicional geraizeira do Assentamento Vale do Guará, município de Rio Pardo de Minas no Norte do estado de Minas Gerais denuncia que um avião pulverizador de agrotóxicos que passou aplicando veneno numa grande plantação de eucalipto atingiu a comunidade, intoxicando 30 pessoas entre crianças, jovens e adultos. Sofreram de náuseas, febre, vômitos e coceiras na pele. A aplicação por avião é cada vez mais comum no Brasil, o país no mundo que mais usa agrotóxicos.