Artigo que se debruça sobre a lei do estado brasileiro do Acre que criou, em 2010, o Sistema Estadual de Incentivo a Serviços Ambientais (SISA). Trata-se de uma lei considerada modelo e referência no mundo, no entanto, acaba entregando as riquezas naturais do Estado e suas florestas ao mercado financeiro especulativo.
Outra informação
Folheto sobre Economia Verde e a financeirização da natureza, de Amis de la Terre France, ATTAC, AITEC.
Disponível em espanhol em:
http://www.amisdelaterre.org/IMG/pdf/la_naturaleza_no_esta_en_venta2.pdf
Membros de organizações de agricultores, movimentos de mulheres, organizações da sociedade civil vindos da África do sul, Zimbábue, Malaui, Suasilândia, Lesoto, República Democrática do Congo e Moçambique se reuniram nos dias 15 e 16 de agosto, em Maputo, Moçambique, para analisar a crise global multidimensional e a resposta dos governos africanos.
Disponível apenas em inglês.
Um relatório do Carbon Trade Watch relaciona a demanda por biomassa no Reino Unido, o papel do Sistema de Comércio de Emissões da União Europeia (EU ETS) e a expansão destrutiva das plantações industriais monocultoras de árvores em todo o mundo.
“Rights of Nature: Planting the Seeds of Change” – Em vez de mudar de direção, a chamada Economia Verde, apresentada na Conferência da ONU para o Desenvolvimento Sustentável de 2012, faz com que a natureza seja ainda mais incorporada no mercado global ao dar um valor econômico àquilo que a Terra “provê” aos seres humanos, sendo chamada de “serviços do ecossistema.” Os defensores desse sistema de “mercantilização” do solo, das florestas e da água potável afirmam que o mundo natural pode ser “salvo” se lhe for atribuído um preço.
O objetivo da empresa privada de investimentos Terra Global Capitalis é “facilitar o mercado para crédito de carbono pelo uso de terra e outros créditos ambientais ... oferecendo conhecimento técnico para avaliação e monetarização do financiamento dos créditos de carbono pelo uso da terra por meio de um fundo de investimentos específico...”.
Malásia: Hidrelétrica de Baram inundaria comunidades indígenas para beneficiar a mineração em Bornéu
Es nuevo video de TNI que explica cómo estos acuerdos condicionan a los gobiernos frente al poder de las transnacionales, dejándolos sin margen de acción frente a abusos contra los derechos humanos, daños al medio ambiente, o incumplimiento de los compromisos asumidos por las empresas.
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Disponível apenas em inglês.
By Survival. This short film, narrated by Joanna Lumley, tells the story of the Dongria Kondh’s resistance. Vedanta are intent on constructing an open-cast mine on their land and thereby destroying the tribes sacred mountain and with it everything they know.
The Supreme Court has given the Dongria three months to decide whether to allow mining in the hills.