Outra informação

(Disponível apenas em inglês). Martin Khor (1951-2020), Third World Network’s Chairman and former Director, passed away on 1 April 2020 in his home in Penang, Malaysia. Martin was one of the founders of the WRM.
O boletim Forest Cover de setembro de 2019, da organização Global Forest Coalition, aborda a situação e o uso da bioenergia na África Ocidental, e seus impactos sobre mulheres e florestas. Isso vai desde a bioenergia produzida em grande escala, que exige enormes áreas de terra para fornecer as matérias-primas, até as necessidades gerais de energia em escala doméstica e comunitária, onde a madeira é coletada principalmente por mulheres.
O People’s Climate Report, da organização People’s Climate Network, é concebido para oferecer uma perspectiva de baixo para cima sobre as mudanças climáticas. O objetivo é entender como comunidades de todo o mundo vivenciam as mudanças climáticas.
Organizações sociais de Uruguai, Finlândia e outros países, juntamente com  profissionais de renome, apresentaram os resultados de pesquisas científicas realizadas nos últimos 15 anos acerca dos impactos das monoculturas de árvores sobre as pastagens, refutando a “maquiagem verde” da empresa UPM, que se anuncia como líder mundial na luta contra as mudanças climáticas, a defesa da biodiversidade e o manejo sustentável da água.
Em janeiro de 2020, a ONG Traidcraft Exchange divulgou um relatório sobre o Óleo de Dendê Equatorial, listado no Mercado de Investimento Alternativo (AIM, na sigla em inglês) da Bolsa de Valores de Londres. O relatório intitulado “Our Land: Land Grabbing in Liberia and the Case for a New Law UK” constatou que as plantações industriais da Equatorial Palm Oil violavam o direito da população local a suas terras e a empurrava ainda mais para a pobreza, sem que tivessem que responder por isso.
Em janeiro de 2020, o Ponto de Contato Nacional para a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na Holanda declarou ser admissível uma denúncia de três grupos Amigos da Terra (Milieudefensie-Holanda, SDI-Líbia e WALHI-Indonésia) contra o banco ING.
Este livro de 1992, organizado por Wolfgang Sachs, reúne mais de 15 conceitos fundamentais que serviram de base e meio de expansão para o discurso destrutivo sobre “desenvolvimento”. Cada um dos conceitos analisados cristaliza um conjunto de pressupostos que reforçam a visão ocidental do mundo, onde certos aspectos e temas da realidade são destacados enquanto outros são excluídos. Uma reflexão necessária que permanece em vigor até hoje.
Outra reflexão em torno de um conceito fundamental para florestas e pessoas que dependem delas está no Boletim 234
Uma publicação do blog REDD-Monitor abre espaço para um debate necessário sobre a política em torno das chamadas “soluções” climáticas baseadas na natureza, ou naturais. Entre outras coisas, deixa claro quais atores estão “adorando” essa iniciativa: empresas de petróleo e gás, de mãos dadas com seus parceiros: grandes ONGs internacionais de conservação que também apoiam as compensações de carbono e o REDD.
O canal de TV europeu ARTE transmitiu um documentário sobre o FSC intitulado: “A exploração de florestas primárias: será que um selo ecológico pode parar a indústria florestal?” Jornalistas viajaram a vários países para investigar como funciona na prática a certificação do FSC e se ela protege as florestas e os direitos dos povos indígenas e comunidades locais que vivem dentro e perto dessas florestas.
Um relatório recente da Amigos da Terra Internacional destaca como regulamentações clássicas e rigorosas estão sendo trocadas por esquemas de compensação muito mais brandos. Setores específicos, como as indústrias globais de alimentos, agricultura e aviação, usam esses esquemas para manter sua licença social e continuar suas atividades destrutivas, afastando a ameaça de regulamentação. O relatório explora e desvenda os mitos por trás da compensação da biodiversidade: o que ela significa e como permite a destruição da natureza e prejudica a proteção ambiental.
O Chile seria o anfitrião da Cúpula do Clima da ONU. Mas, diante de uma forte revolta popular contra o modelo econômico neoliberal, o país cancelou o encontro, que foi transferido para a Espanha, mas manteve a Presidência da COP.