Durante décadas, governos e agências intergovernamentais, como a ONU ou o Banco Mundial, têm se ocupado procurando formas de permitir que o fluxo de grandes investimentos e projetos continue – não importando as consequências. Apesar de os combustíveis fósseis serem a principal causa das mudanças climáticas, vemos empresas de petróleo, carvão e gás expandindo atividades de extração.
Outra informação
Por Oilwatch.
Este documento tem o objetivo de apresentar os compromissos e esforços que os povos, nacionalidades e comunidades estão fazendo para a não extração de petróleo, gás ou carvão, como forma de contribuição para evitar o desastre climático.
Junto a esses compromissos está nossa demanda a Convenção Marco das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC) e aos governos para que reconheçam, respeitem, promovam e protejam este tipo de ações, cuja meta é proteger o clima e a vida no planeta.
We, the signatories of this declaration, are calling on the European Union (EU) to exclude bioenergy from its next Renewable Energy Directive (RED), and thereby stop direct and indirect subsidies for renewable energy from biofuels and wood-burning.
Assunto: Proposta do governo da Califórnia para incluir créditos de compensação de REDD+ do estado do Acre, Brasil, e de outros estados e países com florestas tropicais
Montevidéu, 16 de novembro de 2015
International Civil Society Alarmed by Conviction of Cameroonian Environmental Human Rights Defender
Disponível apenas em inglês.
November 9, 2015
Oakland, CA—Cameroonian authorities must stop the harassment of Nasako Besingi, environmental human rights defender, according to an international coalition of civil society organizations including the Oakland Institute, Forest Peoples Programme, Grain, Save Wildlife Foundation, Cultural Survival, Greenpeace Africa, WRM, and the Environmental Investigation Agency.
A rede Oilwatch lançou uma chamada internacional para criar o grupo "Anexo 0" nas negociações sobre o clima das Nações Unidas. Seria um grupo de povos e nações reconhecidos por suas contribuições para prevenir uma mudança climática maior, por exemplo, por ter um compromisso de deixar os combustíveis fósseis no subsolo. As iniciativas no âmbito do "Anexo 0" incluem, entre outros, o rechaço a mecanismos como o comércio de carbono, REDD +, e outras falsas soluções para a mudança climática.
Um novo vídeo da Via Campesina e da GRAIN faz parte de uma campanha para destacar o papel fundamental do sistema de alimentos industrializados na crise climática. O vídeo fornece informações acessíveis para compreender os seis principais impactos do sistema agroindustrial de alimentos que contribuem para o aquecimento global: desmatamento, agricultura industrial, transporte, processamento, refrigeração e desperdício de alimentos.
Uma declaração internacional assinada por mais de 250 organizações e movimentos de todo o mundo expressa sérias preocupações sobre a crescente influência e a agenda da chamada “Agricultura Inteligente para o Clima” (CSA, na sigla em inglês) e a Aliança Global para a Agricultura Inteligente para o Clima (GACSA).
As alterações climáticas provocam fome generalizada, migração e piora das condições de vida para milhões de famílias rurais, principalmente mulheres e jovens. O sistema alimentar global imposto às pessoas pelas Empresas Transnacionais é um fracasso total e uma das principais causas da crise climática induzida pelo ser humano – dependente dos combustíveis fósseis para produzir, transformar e transportar.
A agricultura tradicional em terras altas, implementada através da tecnologia de coivara (“corte-e-queima”, oukaingin) nas Filipinas é demonizada e antagonizada por meio de legislação restritiva.
As sementes camponesas – o pilar da produção de alimentos – estão sofrendo ataques em todas as partes. Sob pressão empresarial, as leis de muitos países limitam cada vez mais o que os agricultores podem fazer com suas sementes. A prática de guardar sementes, que tem sido a base da agricultura por milhares de anos, está sendo rapidamente criminalizada.